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Lucy (Scarlett Johansson) é uma moradora de Taiwan que acaba sendo empurrada a levar uma maleta suspeita a um chefão da máfia chinesa local, Mr. Jang. Ela e mais três homens são obrigados a carregar o conteúdo dessa mala, um droga sintética, em seu interior sem saber o destino e o que acontecerá a seguir. Mas é espancada e o saco se rompe, lançando a droga em seu sangue e causando efeitos colaterais.

Os efeitos não chegam a ser exatamente ruins, a medida que a quantidade da droga circula em seu corpo ela passa a liberar seu cérebro a atingir um maior aproveitamento, o que acaba lhe dando alguns... poderes. O prof. Norman (Morgan Freeman) é, atualmente, a melhor escolha para ajudá-la a entender seus novos poderes.


O que dizer do filme?

Após ver o trailer dessa obra senti muita vontade de assistir. Adoro esse tipo de ficção. O filme certamente pareceu um pouco viajante, e não mudou nada depois de visto. 
Cenas de ação é o que não falta, Lucy não deixou a desejar nesse quesito. Claro que como ficção científica algumas coisas podem não sair perfeitas, mas nada disso foi marcante no filme. As cenas foram bem elaboradas e um ótimo tema foi explorado.

O problema do filme é a protagonista. Scarlett foi uma ótima atriz e interpretou a personagem perfeitamente. Porém, Lucy acabou se tornando uma junção muito fútil. Não existe nada de essencial dela no filme. Na maioria dos filmes você pode ver um desenvolvimento ou evolução do personagem, mas Lucy apenas ficou “parada no tempo”.




~ Talita


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