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Esses dias rolou um encontro entre as escritoras desse blog. Finalmente me reuni com a Litinha, minha vizinha de município, e combinamos de assistir Frozen (e quase que não dá tempo!).
O filme, que é uma produção da Disney, não tem nada de piegas ou clichê ou Disney. É um filme que me deixou bastante surpresa e encantada com o modo como abordaram temas tão importantes e realísticos.
Outro ponto que me levou a admirá-lo? Prova que princesas não precisam terminar com um homem, para serem felizes. Elsa, você é meu maior orgulho!
Baseado nisso, venho aqui dizer a vocês que realmente não entendo essa necessidade que a mídia tem de fazer com que acreditemos que só seremos felizes com amor. Tudo bem, amor, tudo bem. Mas é mais que isso: Você tem que terminar casada, e só assim terá seu feliz para sempre. E com um príncipe, porque é praticamente impossível desenvolvermos true love pelo guardião.
Preciso ressaltar que esse pensamento, nos dias de hoje, é totalmente antiquado. Vivemos em uma sociedade moderna, em que a função da mulher não é mais ficar em casa, à espera de um marido. Ela sai nas ruas, passeia, tem uma vida social digna, trabalha, e é independente. E o mais importante de tudo? Feliz!
Não desmerecendo as românticas, que foram retratadas pela Anna, irmã mais nova da Rainha, claro! Mas nem mesmo essas tem um pensamento tão fixo de que se tem que passar a vida na janela, esperando pelo príncipe encantado. Alô, sociedade! Você só tem aquilo que conquista.


 Outra coisa que fez com que me orgulhasse da produção, foi o fato do verdadeiro amor não aparecer de cara. Isso só prova o realismo como fator fundamental do enredo, que contou com decepções amorosas e um sentimento que começou do nada, e foi evoluindo no decorrer do curta.
 
Por fim, o terceiro ponto fundamental e que fez com que todos percebessem que Frozen realmente é uma produção inovadora da Disney, foi que o mal não tem aparência. Todos os personagens, a todo o momento, demonstraram ter traços bons e ruins. Razões para agir daquele modo, para serem dominados pelo lado obscuro, e para lutarem uns pelos outros. Não há amor platônico como nos demais contos, apenas o verdadeiro, que foi fundado com esforço e tempo.
Logo de cara, não percebemos quem era o (ou deveria dizer "os"?) vilão. Tanto que isso só foi revelado realmente no fim, quando Anna pensou ter conquistado seu final feliz (como a Lita disse em determinado ponto da cena: "Isso que dá não ouvir as irmãs mais velhas!")

Frozen é um filme muito bem produzido, com uma trilha sonora impecável, e que aborda tópicos com realismo e cuidado, de forma que demonstre ao público que nem tudo é como imaginamos. Uma verdadeira surpresa da Disney, e aventura num turbilhão de sentimentos. Ainda mais por deixar bem claro essa questão da independência e do preconceito. ;)

E aí, você também já assistiu? Se sim, o que achou? <3 
Daniele Almeida.


2 Comentários

  1. Como tu adora dizer isso: vizinha de município! UAHUAHSUHA
    "Elsa, você é meu maior orgulho!"²

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    Respostas
    1. Ah, claro <3 USHAUSHUADH só pra deixar bem claro o quão próximas somos :p
      E siim, a Elsa é um amor por isso! Tudo de bom! :)

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